
Deus nos chama a toda hora, a cada minuto do nosso dia ele nos chama a nossa vocação. Mas qual será a nossa vocação? Ainda temos o sentimento que vocação está ligada somente ao sacerdócio e a vida em comunidade, mas muito pelo contrário, Deus está a todo o momento nos chamando a maior vocação: o amor. Nascemos para amar e sermos amados. A felicidade só pode estar nesta estrada.
Ouvir o chamado de Deus a Amar é até fácil, mas atender este chamado é a parte mais difícil em nossas vidas! Então a nossa primeira vocação e ser amado por Deus e depois, repassar este amor incondicional de Pai aos nossos Irmãos. Após sentirmos realizados em sentir o verdadeiro Amor de Deus, nos vem à sensação de estarmos incompletos, vazios; o que seria isso? Seria o sentimento da retribuição, agora Deus te chama não para seu colo, mas sim para você dar colo a um de seus “filhos”, Deus nos mostra que ser feliz não é viver somente para si, não é viver louvando a Deus, indo a Igreja, a shows religiosos, encontros vocacionais, retiros e por aí vai. Deus nos mostra que ser feliz não é viver no “mundinho de Deus” trancafiado e isolado, Deus abre os nossos olhos e nos mostra a imensidão do mundo, e que para ter a felicidade verdadeira temos que compartilharmos as dores e alegrias deste “mundão de Deus”, um mundo repleto de pecado e santidade, onde somos chamados a mostrar a força da santidade, numa batalha com o mal. Mas viver em batalha é tão bom assim? Viver na batalha não é tão bom quanto parece, mas a cada batalha vencida é uma alegria infinita que nos contagia e nos determina de o tão preciso é batalhar de novo, este êxtase santa, nos traz a mostra que ser feliz é estar na batalha freqüente para o Senhor. Nossa! Batalha?! Será que quero isso para minha vida? E se Deus me chamar agora? Estou tão bem vivendo isolado num “mundinho de Deus”, para que batalhar? Acorda jovem, você é muito mais do que a mordomia de um mundo isolado sem nada para você... Jovem foi feito para altas aventuras, e a maior delas é se aventurar numa batalha em que Deus te chama a ser um verdadeiro Profetas das Nações.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Quem está falando? ― “Sou Eu, Teu Senhor”!
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Tribo Sacra
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quinta-feira, 20 de março de 2008
O jovem é chamado ao desafio
Somos diferentes uns dos outros. Por exemplo, quando temos mais de um filho, a educação é a mesma para todos, mas cada um corresponderá segundo sua própria índole, de maneira diferente e em tempo diferente.
Muitas pessoas escutam a mesma pregação sobre determinado texto bíblico, algumas são tocadas de verdade, outras não. Algumas ouvem o anúncio da Palavra de Deus apenas uma vez e mudam radicalmente de vida, outras o ouvem inúmeras vezes e, no entanto, continuam a esperar que alguém fale mais claramente e, no entanto, continuam a esperar que alguém fale mais claramente e, se possível, que cite o nome, a situação; mas quando isso não acontece...
Em nossas famílias existem filhos que estão dentro de casa, outros nas drogas, na prostituição e outro no seminário. Como os pais explicam isso? Devido à índole e ao caráter de cada um.
Assim acontece com aquele que ministra a Palavra de Deus. pregamos a pessoas de vários níveis sociais, intelectuais e culturais. Nossa missão é apenas lançar a semente e esperar os resultados. Se a pessoa não se encontrar, não estará decepcionando ao ministro da Palavra, nem mesmo a Deus, porém, depende da disposição ou não de uma mudança de vida, que retarda ou antecipa a hora de Deus.
Não jogue fora as graças que você recebeu. Deus espera e tem expectativas a seu respeito, independentemente do que você tenha sido no passado, mesmo que tenha se desviado do caminho.
Se você está na caminhada há muito tempo e ainda está com um pé aqui e outro ali, com seu coração dividido, repito: "Deus tem expectativas a seu respeito".
O jovem é chamado ao desafio independentemente da sua idade. O papa João XXIII disse uma frase maravilhosa e o papa João Paulo II a repetiu: "O homem tem a idade do seu sorriso". É impossível envelhecer quando temos um brilho interior, que se reflete no sorriso e no olhar.
A Jornada Mundial da Juventude de 2002, ocorrida na Inglaterra, durou treze dias. Setenta por cento daquela assembléia era composta por pessoas acima de 70 anos, portanto, somente 30% tinha menos de 70 anos e uma porcentagem mínima era composta por jovens de 25 anos.
No Brasil, em nossos encontros, podemos constatar que 70% das pessoas são jovens. Isso significa que nossos pais trabalharam muito bem durante os 33 anos da Renovação Carismática Católica. Com sofrimentos e alegrias investiram em nós e o resultado é o que vemos hoje.
Gabriel Chalita
http://gabrielchalita.cancaonova.com/internas.php?id1=x&id=541&tit=O+jovem+%E9+chamado+ao+desafio
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Tribo Sacra
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domingo, 20 de janeiro de 2008
Carnaval, um teste para a liberdade e a fidelidade do cristão

A alegria é uma necessidade básica do ser humano. Impossível viver para a tristeza. Os folguedos e festejos populares exibem, na convivência social, o caráter lúdico e folgazão próprios do ser humano. Povos, raças e culturas das mais remotas origens encontraram pretextos para divertir-se e festar. Se o Brasil é o país do carnaval, esse não é privilégio brasileiro.
Discute-se a origem. Em Roma havia festejos parecidos, em honra das divindades pagãs. Eram orgias com libertinagem desenfreada. Lá por volta de 590 d.C. a Igreja tentou pôr um freio moral. Daí teria surgido a palavra "carnaval", do latim "carne vale", ou seja: "adeus carne!". Era o início da Quaresma, e a carne era tirada do cardápio por 40 dias.
No Brasil, "país tropical, onde fevereiro tem carnaval", a mídia e outras empresas roubaram a festa do povão. Mudaram-na para espetácu-lo turístico, onde se explora o erotismo, o apelo sexual e a licenciosidade desvairada.
Não há crise economica ou social que impeça o reinado de Momo. Enquanto ele durar, tudo é lícito. E hora de fantasiar, pular, desfilar, desinibir-se e tudo o mais que alguém quiser imaginar como felicidade fugaz. Entra-se de corpo e alma no torvelinho das ilusões e dos instintos. Mas a porta de saída está logo ali, na quarta-feira de cinzas.
Aí todos voltam à vida real. Muitos voltam amargando penosas desilusões e arrependimentos. Rasgou-se a fantasia. A máscara foi jogada fora. Diga-se o que se disser do afã carnavalesco: arte popular, cultura e talento brasileiro, libertação das repressões: é hora de contabilizar prejuízos, perdas e frustrações.
O que pensar então? Excessos e abusos no carnaval, antes de serem transgressões morais, são atentados ao valor humano em si e nos outros. O comportamento moral cristão não obedece em primeiro lugar leis, costumes, padrões sociais de conduta. Segue antes a consciência, marcada pela liberdade e fidelidade que brotam da fé em Cristo.
Fé e consciência limpa são inseparáveis, também no carnaval! Tudo o que não procede da fé é pecado, ensina São Paulo (Rm 14,23). A fé é a luz que ilumina a consciência e a confirma nas convicções morais. É infantil perguntar: "é pecado pular carnaval?".
Quem se guia pela consciência do que é bom, digno e justo, possui um "faro moral". Sabe se posicionar, escolher e decidir: onde, como e com quem pular (ou não!) carnaval. Sem pular também a linha da moralidade sadia. Ou seja, no sufoco da folia salvará o bom senso natural. Ao invés de perder o senso moral irá defendê-lo das ilusões permissivas.
Não passa, pois, de preconceito — às vezes de má fé —, achar que a religião é contrária à alegria e leva à tristeza. O Evangelho é notícia alegre e feliz! Dele nos vêm as festas religiosas, as celebrações e solenidades festivas, as comemorações de datas e fatos históricos.
A alegria cristã é autêntica, simples e espontânea. Mobiliza os serviços de caridade e fortalece o ser humano em suas angústias e sofrimentos. Inspira todas as artes e os costumes sadios e nobres.
Nada disso se encontra nas diversões barulhentas, superficiais, cheias de dissipações e desregramentos morais. A alegria carnavalesca é em geral uma cortina de fumaça que esconde o vazio do espírito, o desencanto consigo mesmo, as frustrações da vida!
Apesar da folia contagiante nas ruas, quadras e salões, o fim do carnaval é triste. Não porque é o fim. Porque é alto o índice de acidentes com perdas materiais, feridos e mortos.
É bom refletir em tempo!
Autor: Pe. Antônio Clayton Sant´anna, C.SS.R.
Fonte: Revista de Aparecida
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